A bem da Nação

«SILÊNCIO E TANTA GENTE!»

 


UMA VISÃO GERMÂNICA SOBRE O ISLÃO


ESTAMOS EM SILÊNCIO!


VvZ-Dr. Emanuel Tanya.jpg


 Emanuel Tanya


Psiquiatra


 


Um artigo assustador, que mostra quão criminosa pode ser a indiferença, ou a ignorância, a cobardia, o medo ou o comodismo da “maioria silenciosa”, que “deixa correr”, em passividade, enquanto as forças da violência e do Mal vão avassalando o mundo, e subvertendo, e minando, e arrasando, não deixando mais lugar à esperança… viu-se no nazismo, no maoísmo, no comunismo, nas invasões japonesas, vê-se a ocidente, a leste, no centro, no sul, a norte… o artigo de Emanuel Tanya chama a atenção para o fanatismo islâmico, que é o que está a dar, agora. Veremos no que vai dar…


 


Lembrei-me do filme “O Silêncio dos cordeiros”, que se traduziu por “dos inocentes”, com o Anthony Hopkins e a Jodie Foster, que nos levou aos recônditos psicopáticos da natureza humana na justificação do Mal. Ou a frase de Hamlet ao morrer, o silêncio como buraco negro de todos os destinos: «O resto é silêncio».


 


Mas hoje a Paula faz anos, prefiro oferecer-lhe, em mensagem de optimismo, o lindo poema da Maria Guinot, “Silêncio e tanta gente”, escrito, musicado, tocado – ao piano - e cantado por ela - para mim uma das mais belas senão a mais bela canção portuguesa dos nossos festivais europeus de música. Esta de 1984, tinha a Paula 24 anos.


Também por isso a escuto em lágrimas. Na Internet:


Maria Guinot.jpg


 


 https://www.youtube.com/watch?v=aqOGScSUXL0


 


 


Às vezes é no meio do silêncio


Que descubro o amor em teu olhar


É uma pedra


Ou um grito


Que nasce em qualquer lugar


 


Às vezes é no meio de tanta gente


Que descubro afinal aquilo que sou


Sou um grito


Ou sou uma pedra


De um lugar onde não estou


 


Às vezes sou também


O tempo que tarda em passar


E aquilo em que ninguém quer acreditar


 


Às vezes sou também


Um sim alegre


Ou um triste não


E troco a minha vida por um dia de ilusão


E troco a minha vida por um dia de ilusão


 


Às vezes é no meio do silêncio


Que descubro as palavras por dizer


É uma pedra


Ou um grito


De um amor por acontecer


 


Às vezes é no meio de tanta gente


Que descubro afinal p'ra onde vou


E esta pedra


E este grito


São a história d'aquilo que sou


 


Berta Brás.jpg Berta Brás

0