Quantos modelos de parafusos existem no nosso Exército? E nas nossas Forças Armadas e de Segurança? E como será em Espanha, no Reino Unido, no Canadá e na Suécia?
Num cenário internacional que exige o maior grau de prontidão operacional, não é admissível qualquer atrapalhação por causa de uma porca sueca que não se coaduna com o parafuso francês disponível naquele longínquo teatro de operações.
E outros exemplos poderiam ser citados até à náusea… com a agravante de nem todos os países da NATO usarem o sistema métrico.
Sim, a normalização-compatibilização dos equipamentos da NATO é trabalho fundamental e moroso – urgente, portanto.
Agosto e3 2025
Henrique Salles da Fonseca