A bem da Nação

Ordem e Progresso, o desafio do governo

 


                                                           

 

                                                                          

 

 

 


O presidente Lula tem razão quando diz que tem sorte. Recebeu um país onde a inflação galopante estava dominada, encontrou uma economia caminhando sozinha, independente da ajuda do governo, acertou quando ampliou as oportunidades de negócios com paises em desenvolvimento, e na sua gestão descobriu-se mais petróleo, aumentando as reservas petrolíferas do país. 

 

Mas,  apesar tudo isso e dos muitos  programas de políticas públicas para o desenvolvimento, educação e cultura, para a defesa da Amazónia e do consumidor, para a proteção do menor, da mulher, do deficiente e do trabalhador, continuamos a ter os mais baixos índices de educação e aproveitamento escolar, os mais altos níveis de corrupção e violência urbana e rural, e os mais deficientes sistemas de transportes e assistência à saúde.

 

Nas áreas produtivas, agrícola e pecuária, onde o sucesso agro-industrial alavanca a economia, o governo dá pouca atenção. Prefere investir boa parte dos recordes de arrecadação, que tão bem soube auferir, através dos numerosos impostos, nos programas de assistência, distribuindo bolsas de todos os tipos e aposentadorias até para quem nunca trabalhou, para tirar o país da miséria! A ordem é repartir o "bolo" que uns poucos fizeram, indicando que é mais fácil "comê-lo" que "fazê-lo."

 

 Com esse tipo de política paternalista o PT  ganha poder e deixa a população cada vez mais acomodada, dependente das "esmolas" do governo. Será que este é o caminho para atingirmos o que diz o emblema da nossa bandeira:  "Ordem e Progresso"?

 

 Maria Eduarda Fagundes

Uberaba, 05/01/09

 

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