Não lembro os abraços da infância
Que a tua missão
Era abraçar o mundo…
Lembro o amor ao sacrifício
E o suplício
De sentires um irmão
Em cada um;
E lembro o sofrimento
Vasto e profundo
E a enorme tortura
Pra curares as feridas
A toda a criatura.
Não lembro os abraços da infância
Mas a constância
Do ensinamento
E o colo mais largo
No abraço Mulher
De Mãe diamante
Quando ele é instante
Por ser tão tamanho
O nosso sofrer!
