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Odin – O maior dos deuses nórdicos da Europa, soberano do céu, da terra, da agricultura, mas também da guerra, da sabedoria e da poesia. Ele julga os mortos e recebe-os no seu paraíso, a “Walhalla” onde são conduzidos pelas Valquírias que lhes oferecem um banquete sem fim.
Ofitas – Do grego ofis, “serpente”, nome dado a várias seitas gnósticas cristãs e da Síria e Egipto que se desenvolveram por volta do ano 100 d.C. Estas seitas atribuíam grande importância à serpente mencionada no livro do Génesis como tentadora de Adão e Eva, considerando-a como portadora do conhecimento do Bem e do Mal e portanto como símbolo da gnose.
Olivetanos – Membros da ordem do Monte Oliveto, 1313, como uma comunidade de frades eremitas por São Bernardo Tolomei oriundo de uma nobre família de Siena. Educado pelos dominicanos formou-se em Direito. Depois que se curou de temporária cegueira, abandonou a vida mundana e retirou-se junto com os amigos Patrizio Patrizi e Ambrogio Piccolomini para o deserto de Ancona, onde conduziu uma vida de penitência e eremítica. Adoptou o nome de Bernardo, em homenagem ao Santo abade de Claraval.
Orígenes – Teólogo e Pai da Igreja – 183-252 – ensinou durante vinte e oito anos em Alexandria, mas a inveja do bispo de Alexandria, Demetrius, privou-o do sacerdócio, foi preso e morreu em Tiro depois de torturado.
Ortodoxo – Do gr. orthos, “direito, justo”, e doxa, “opinião”, uma das grandes divisões do cristianismo, os que seguem em linha directa o dogma da tradição cristã, segundo herdaram dos apóstolos e dos primeiros Pais da Igreja.
Osiris – Um dos deuses mais conhecidos do Egipto. No princípio Deus da vegetação, personificando a riqueza do delta, em oposição a seu irmão Seth, Deus do deserto. Pouco a pouco tornou-se um herói civilizador, o Deus do “outro lado”, onde os justos encontravam o paraíso osiriano e gozavam de uma felicidade perpétua.
(continua)
Dezembro de 2013