A bem da Nação

ENSAIO SOBRE RELIGIÃO - 1

Dicionário? Apontamentos? Guia? Estudo simplificado?


Começou por ser um “pequeno” apontamento para o blog! Mas logo foi crescendo e ninguém mais iria ler na Internet. Surgiu a ideia de um livrinho.


Os “ultra” (idiotas) muito se têm batido para acabar com o ensino religioso nas escolas, demonstração clara de uma ignorância tamanha que nem doentia é porque parece não ter cura.


Estuda-se a história que os governos, como o do Brasil e outros, insistem em deturpar, passa-se pela geografia humana correndo e procurando conduzir a mente dos alunos e simplesmente não deixam os jovens compreender o que se passa, aliás sempre se passou, no mundo, e que não tenha por detrás um problema religioso.


As guerras a que hoje assistimos continuam a ter a mesma base na religião e, se um dia vindouro esta não for completamente superada pelos “bezerros de ouro”, só se poderá compreender o mundo, indo lá bem atrás buscar a história das religiões e como estas acabaram formando regiões e países independentes da tal geografia humana.


Está mais ou menos assente, aliás sem qualquer base que o possa garantir, que os homens primitivos acreditavam que havia um mundo dos espíritos, uma força vital que eles não compreendiam, mas temiam. Daí a começarem o culto dos mortos, porque “estes se teriam inserido nesse tal outro mundo”.


Durante milhares de anos essa procura do desconhecido levou a que inúmeros pensadores, a que depois os gregos chamaram filósofos, fossem estabelecendo algumas regras de comportamento para agradar ao tal Ser Supremo. Surge assim a primeira noção de um Deus, mas um Deus que castigava, matava, se não lhe oferecessem sacrifícios e cuja tradição acabou por ser fixada na Bíblia.


Hoje há inúmeras religiões ou desdobramentos das principais – judaísmo, cristianismo e islamismo – e ainda o hinduismo e budismo que mais são a procura do bem individual.


Este nosso ensaio sobre religião, e não religiões, escrito com todo o interesse, descaramento e máxima ignorância, não pretende ser mais do que um resumo do que deveria ser um esquema de ensino religioso universal, desenvolvido com isenção de cada um dos aspectos que se focam.


Pensámos, de entrada, dividir o ensaio em quatro partes:


I – os primeiros passos à procura do Ser desconhecido, e de si próprio – a interiorização;


II – a Lei, da Bíblia e do judaísmo;


III – a Boa Nova, no cristianismo;


IV – os seis pilares do Islão;


e um pequeno comentário final.


Mas tudo acabou por ficar em ordem alfabética dentro de cada parte para facilitar a leitura.


 


(continua)


Rio de Janeiro, Dezembro de 2013


 Francisco Gomes de Amorim

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