A bem da Nação

COGITATE, ERGO ESTIS... (Pensem, logo existam...)

Gaudia principium nostri sunt saepe doloris


(As alegrias dos príncipes são muitas vezes a nossa dor)


Ovídio


 


  Publius Ovidius Nasus


 


Arredai-vos, homens covardes. Lançar-se na conquista amorosa é tarefa que cabe aos homens de coragem“ - Ovídio, em A Arte de Amar


 


Públio Ovídio Nasão, um dos mais sensíveis e talentosos poetas romanos, nasceu em Sulmona, nos vales Apeninos.


 


Estudou retórica com grandes mestres em Roma e depois viajou para Atenas e Ásia.


 


Exerceu funções públicas mas, depois de algum tempo, resolveu dedicar-se somente à poesia.


 


Possuidor do grande dom da escrita poética, os seus versos apresentam-se leves e fluentes.


 


Entre as suas obras destacam-se: Metamorfoses e A Arte de Amar, esta considerada como uma obra perigosa, determinou o seu exílio para uma pequena guarnição romana nas costas do Mar Negro, onde envelheceu e morreu no ano 17.


 


Por isso, filho de família patrícia, rico, abandonou tudo o mais para se dedicar à poesia e mundanidades de que foi elegantíssimo cantor.


 


Poeta palaciano, fêz-se amigo e comensal de Augusto, como Horácio, como Virgílio, como Propércio.


 


Ainda em Roma escreveu a versão literária da lenda grega Medéia e os Fastos, sendo esta obra constituida por um calendário poético dos seis primeiros meses do ano romano, escrito em dísticos elegíacos. Cada livro do poema corresponde a um mês. A elaboração da obra foi interrompida quando Ovídio foi banido de Roma para Tômis (actual Constança, na Romênia), por um decreto de Augusto.


 


“…Humano, demasiado humano", diria Nietzsche.


 


 


 


in http://www.biografia.inf.br/publius-ovidius-nasus-ovidio-poeta.html


 

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