O blog A bem da Nação pretende ser um local de debate de ideias, nomeadamente na área da Economia mas sem que esta matéria disponha de monopólio.
Por minha vontade legitimada pela qualidade que possuo de proprietário do blog apenas dou cabimento a textos que se enquadrem nos bons usos e costumes e que como tal sejam reconhecidos pelo senso comum em que nos enquadramos. Ficam, assim, ab initio excluídos textos que incluam palavreado heterodoxo em relação à moral corrente.
No blog A bem da Nação a autocracia é meu direito inalienável e por isso tenho decidido que nele só dou acesso a democratas. Ficam deste modo excluídos todos os textos em que eu identifique origem nas doutrinas totalitárias, quer de direita quer de esquerda, quer populistas quer elitistas. Não dou cabimento a quem advogue o sistema de castas nem pactuo com a luta de classes.
Considero que a apresentação de novas ideias é o motor do desenvolvimento que eu próprio desejo para Portugal mas isso não significa que todos tenhamos que estar de acordo com todas elas. Mais: pode-se dar mesmo o caso de começarmos por rejeitar uma ideia e passado algum tempo de reflexão a adoptarmos. Quantas e quantas vezes isso me tem sucedido.
Dentro deste estatuto editorial, só é publicado o que passar ao meu crivo.
Mas a Economia tem uma fortíssima ligação à Política e, portanto, é natural que surjam textos de inspiração partidária. Para que não restem dúvidas quanto aos meus critérios objectivos (não vá algum texto meu ter passado despercebido a algum Leitor) e tomando em conta a actual representação parlamentar, só aceito contributos do CDS, do PPD/PSD e do PS, forças políticas a quem reconheço democraticidade. E só a elas reconheço essa característica doutrinária essencial.
Nestas circunstâncias, tenho o maior gosto em corresponder ao pedido que me foi gentilmente formulado pelo Professor António Brotas publicando o AVISO que consta da peça seguinte.
Henrique Salles da Fonseca